A abusividade dos planos de saúde em autorizar uma cirurgia, mas negar o material essencial
Entenda a abusividade da negativa de cobertura de OPME pelos planos de saúde após a autorização cirúrgica e como agir judicialmente para obter o material.
Entenda a abusividade da negativa de cobertura de OPME pelos planos de saúde após a autorização cirúrgica e como agir judicialmente para obter o material.
Entenda como o debate eleitoral de 2026 e a Agenda Regulatória da ANS impactam os planos de saúde, reajustes, cancelamentos unilaterais e a continuidade do cuidado.
Entenda a análise do REsp 2.024.140/RJ do STJ sobre a confidencialidade no exame de gravidez de adolescente desacompanhada e o dever de comunicação à rede de proteção.
Entenda o impacto da Depressão Resistente em mães de crianças atípicas e a ilegalidade da negativa de coberturas inovadoras de psiquiatria pelos planos de saúde.
Confira a decisão da 2ª Câmara do TJSP que manteve o home care para uma criança em estado grave após a perda do vínculo empregatício do titular do plano de saúde.
Entenda a decisão do TJ-BA que limitou reajustes abusivos em plano de saúde de autogestão com base no Código Civil, mesmo sem a incidência do CDC e da Súmula 608 do STJ.
Entenda por que a ausência de médico especialista na rede do plano de saúde garante o custeio integral da consulta e tratamento particular, segundo a ANS e o CDC.
A Justiça do DF julgou inexigível a cobrança de R$ 44 mil feita por um hospital da Rede D'Or a uma paciente por procedimento que o plano de saúde já havia autorizado, por falta de aviso claro sobre a glosa.
Justiça de SC concede tutela de urgência e obriga plano de saúde a custear tratamento de alta complexidade (PIPAC) não previsto no rol da ANS para paciente com câncer.
Conheça os direitos do paciente oncológico perante os planos de saúde: cobertura de exames genéticos, antineoplásicos orais e remédios fora do rol da ANS.
O TJGO decidiu que o Rol da ANS cobre procedimentos e não métodos, proibindo planos de saúde de negarem técnicas como Bobath, fonoaudiologia e TO para autismo e DIRA.
Contratos de planos de saúde anteriores à Lei nº 9.656/98 também se submetem à proteção do CDC e do Estatuto do Idoso. Entenda a sentença que reduziu uma mensalidade abusiva em Brasília pela metade.
Embora não previsto em lei, o saque do FGTS para fertilização in vitro vem sendo autorizado judicialmente em casos de urgência e impossibilidade de custeio pelo SUS.
Contratação de planos coletivos para uso exclusivo familiar tem sido reconhecida como falso coletivo pelos tribunais, permitindo a limitação de reajustes abusivos conforme a ANS.
O TJRJ suspendeu reajustes de até 35,90% em plano de saúde coletivo e determinou o recálculo pelos índices da ANS, reforçando que aumentos abusivos em coletivos podem ser revistos na Justiça.
A 3ª Vara Cível de SP entendeu que relatórios da KPMG, contratados pela operadora, não bastam para comprovar a legalidade dos reajustes de um plano coletivo e deu 15 dias para os dados atuariais.
A coparticipação não pode ser barreira de acesso à saúde. Entenda como decisões judiciais recentes estão barrando cobranças abusivas de planos de saúde em terapias contínuas para pacientes com TEA.
Para a 8ª Câmara de Direito Privado, cabe à operadora demonstrar como chegou ao percentual de reajuste; sem essa prova, os aumentos aplicados a um plano coletivo entre 2020 e 2023 foram trocados pelos índices da agência.