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#Direito Constitucional

O CNJ já está descumprindo a decisão do STF sobre os penduricalhos
Opinião

O CNJ já está descumprindo a decisão do STF sobre os penduricalhos

A Resolução Conjunta nº 14/2026, aprovada por CNJ e CNMP em 9 de abril, deveria regulamentar a tese fixada pelo Supremo Tribunal Federal em 25 de março. Em vez disso, criou verbas não autorizadas, reintroduziu auxílios expressamente extintos e retirou parcelas do limite de 35% que a Corte havia imposto. O órgão que deveria uniformizar o cumprimento da decisão está, na prática, reescrevendo-a.

Francisco Braga · 13/04/2026
14 anos de prisão por um Pix de R$ 500: a proporcionalidade como limite que o STF esqueceu
Opinião

14 anos de prisão por um Pix de R$ 500: a proporcionalidade como limite que o STF esqueceu

Um empresário de 70 anos, sem presença nos atos de 8 de janeiro, sem vínculo comprovado com qualquer plano de depredação, recebeu pena equivalente à de quem invadiu e depredou as sedes dos Três Poderes. A condenação se baseou em um comprovante de Pix de R$ 500 e na presunção de que esse valor integrou o financiamento de um ônibus fretado. A pergunta não é emocional. É técnica: onde está o critério?

Maria Consentino · 09/04/2026
Penduricalhos: o que o STF decidiu, o que pode ser pago e o que muda a partir de maio
Opinião

Penduricalhos: o que o STF decidiu, o que pode ser pago e o que muda a partir de maio

Em julgamento histórico, o Supremo fixou tese de repercussão geral que reorganiza o regime remuneratório da magistratura e do Ministério Público, limita verbas indenizatórias a 35% do subsídio, cria adicional por tempo de serviço de até 35% e define que honorários da advocacia pública têm natureza pública. A decisão vale a partir de abril de 2026, mas só se sustenta enquanto o Congresso não editar a lei nacional exigida pelo § 11 do artigo 37 da Constituição.

Francisco Braga · 09/04/2026
Caiado negociou terras raras direto com os EUA. Mas quem pode fazer isso no Brasil?
Opinião

Caiado negociou terras raras direto com os EUA. Mas quem pode fazer isso no Brasil?

O governador de Goiás firmou um memorando de entendimento com os Estados Unidos para cooperação em minerais críticos e terras raras. O documento não tem força vinculante e não passou pelo Presidente da República nem pelo Congresso Nacional. Minerais estratégicos, tecnologia, energia e defesa militar estão no centro da discussão. O acordo não tem valor jurídico. Mas o problema é justamente esse: se não vale juridicamente, por que é considerado grave?

Filippe Augusto · 03/04/2026
STF avalia alcance nacional do caso Mari Ferrer
Notícia

STF avalia alcance nacional do caso Mari Ferrer

STF avalia se caso Mariana Ferrer terá repercussão geral, podendo fixar regras nacionais sobre condução de audiências e proteção da vítima em processos sensíveis.

Editorial Lawletter · 19/03/2026