DIREITO DIGITAL
Crescimento de agentes de IA coloca em xeque modelo de publicidade da Amazon e Walmart
Varejistas adotam estratégias distintas para lidar com assistentes de compras que automatizam decisões de consumo e podem impactar receitas publicitárias
Em contraste, o Walmart iniciou em 21 de outubro a implementação de infraestrutura para permitir o comércio via agentes de terceiros. A estrutura vincula a conta do agente ao perfil do cliente, permitindo que consumidores estabeleçam limites de gastos e aprovem aquisições. Enquanto o CEO da Amazon, Andy Jassy, declarou recentemente não observar impacto significativo de agências terceirizadas em seus anúncios, a receita de publicidade da empresa registrou no terceiro trimestre o ritmo de crescimento mais lento dos últimos quatro anos.
O cenário gera uma mobilização entre grandes marcas como Procter & Gamble, Nestlé e L'Oréal, que buscam tornar as informações de seus produtos mais acessíveis para leitura por algoritmos. Especialistas do setor sugerem que o marketing digital passará por uma transição: a publicidade via bots deve se basear menos no apelo emocional e mais em dados objetivos de produtos que atendam às consultas diretas dos usuários. Para consultores de comércio digital, a tendência é que o sistema evolua para uma dinâmica de licitação, na qual agentes buscam produtos dentro de faixas de preço pré-definidas pelos consumidores.
Projeções da empresa de dados eMarketer indicam que agentes com inteligência artificial podem responder por até 20% dos gastos com comércio eletrônico nos Estados Unidos até 2030. Diante disso, as varejistas têm adotado posturas opostas. Em setembro, a Amazon proibiu o acesso da Muse, ferramenta da Meta, ao seu ambiente virtual, sob alegação de que a empresa teria capturado e armazenado credenciais de clientes sem autorização. Anteriormente, a Amazon obteve uma liminar para bloquear o agente Comet, da Perplexity, decisão esta que foi anulada em agosto pelo Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA. O processo permanece em andamento.
Em contraste, o Walmart iniciou em 21 de outubro a implementação de infraestrutura para permitir o comércio via agentes de terceiros. A estrutura vincula a conta do agente ao perfil do cliente, permitindo que consumidores estabeleçam limites de gastos e aprovem aquisições. Enquanto o CEO da Amazon, Andy Jassy, declarou recentemente não observar impacto significativo de agências terceirizadas em seus anúncios, a receita de publicidade da empresa registrou no terceiro trimestre o ritmo de crescimento mais lento dos últimos quatro anos.
O cenário gera uma mobilização entre grandes marcas como Procter & Gamble, Nestlé e L'Oréal, que buscam tornar as informações de seus produtos mais acessíveis para leitura por algoritmos. Especialistas do setor sugerem que o marketing digital passará por uma transição: a publicidade via bots deve se basear menos no apelo emocional e mais em dados objetivos de produtos que atendam às consultas diretas dos usuários. Para consultores de comércio digital, a tendência é que o sistema evolua para uma dinâmica de licitação, na qual agentes buscam produtos dentro de faixas de preço pré-definidas pelos consumidores.
A ascensão de agentes de inteligência artificial voltados a compras automatizadas em nome dos consumidores impõe um dilema estratégico para a Amazon e o Walmart. As duas maiores empresas de mídia de varejo dos Estados Unidos, que detêm juntas 88% do mercado local estimado em US$ 74,4 bilhões, enfrentam a perspectiva de que assistentes digitais possam corroer o modelo de publicidade segmentada aplicado em seus sites e aplicativos.
Projeções da empresa de dados eMarketer indicam que agentes com inteligência artificial podem responder por até 20% dos gastos com comércio eletrônico nos Estados Unidos até 2030. Diante disso, as varejistas têm adotado posturas opostas. Em setembro, a Amazon proibiu o acesso da Muse, ferramenta da Meta, ao seu ambiente virtual, sob alegação de que a empresa teria capturado e armazenado credenciais de clientes sem autorização. Anteriormente, a Amazon obteve uma liminar para bloquear o agente Comet, da Perplexity, decisão esta que foi anulada em agosto pelo Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA. O processo permanece em andamento.
Em contraste, o Walmart iniciou em 21 de outubro a implementação de infraestrutura para permitir o comércio via agentes de terceiros. A estrutura vincula a conta do agente ao perfil do cliente, permitindo que consumidores estabeleçam limites de gastos e aprovem aquisições. Enquanto o CEO da Amazon, Andy Jassy, declarou recentemente não observar impacto significativo de agências terceirizadas em seus anúncios, a receita de publicidade da empresa registrou no terceiro trimestre o ritmo de crescimento mais lento dos últimos quatro anos.
O cenário gera uma mobilização entre grandes marcas como Procter & Gamble, Nestlé e L'Oréal, que buscam tornar as informações de seus produtos mais acessíveis para leitura por algoritmos. Especialistas do setor sugerem que o marketing digital passará por uma transição: a publicidade via bots deve se basear menos no apelo emocional e mais em dados objetivos de produtos que atendam às consultas diretas dos usuários. Para consultores de comércio digital, a tendência é que o sistema evolua para uma dinâmica de licitação, na qual agentes buscam produtos dentro de faixas de preço pré-definidas pelos consumidores.
A ascensão de agentes de inteligência artificial voltados a compras automatizadas em nome dos consumidores impõe um dilema estratégico para a Amazon e o Walmart. As duas maiores empresas de mídia de varejo dos Estados Unidos, que detêm juntas 88% do mercado local estimado em US$ 74,4 bilhões, enfrentam a perspectiva de que assistentes digitais possam corroer o modelo de publicidade segmentada aplicado em seus sites e aplicativos.
Projeções da empresa de dados eMarketer indicam que agentes com inteligência artificial podem responder por até 20% dos gastos com comércio eletrônico nos Estados Unidos até 2030. Diante disso, as varejistas têm adotado posturas opostas. Em setembro, a Amazon proibiu o acesso da Muse, ferramenta da Meta, ao seu ambiente virtual, sob alegação de que a empresa teria capturado e armazenado credenciais de clientes sem autorização. Anteriormente, a Amazon obteve uma liminar para bloquear o agente Comet, da Perplexity, decisão esta que foi anulada em agosto pelo Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA. O processo permanece em andamento.
Em contraste, o Walmart iniciou em 21 de outubro a implementação de infraestrutura para permitir o comércio via agentes de terceiros. A estrutura vincula a conta do agente ao perfil do cliente, permitindo que consumidores estabeleçam limites de gastos e aprovem aquisições. Enquanto o CEO da Amazon, Andy Jassy, declarou recentemente não observar impacto significativo de agências terceirizadas em seus anúncios, a receita de publicidade da empresa registrou no terceiro trimestre o ritmo de crescimento mais lento dos últimos quatro anos.
O cenário gera uma mobilização entre grandes marcas como Procter & Gamble, Nestlé e L'Oréal, que buscam tornar as informações de seus produtos mais acessíveis para leitura por algoritmos. Especialistas do setor sugerem que o marketing digital passará por uma transição: a publicidade via bots deve se basear menos no apelo emocional e mais em dados objetivos de produtos que atendam às consultas diretas dos usuários. Para consultores de comércio digital, a tendência é que o sistema evolua para uma dinâmica de licitação, na qual agentes buscam produtos dentro de faixas de preço pré-definidas pelos consumidores.
Equipe editorial responsável pela apuração, produção e publicação de notícias, análises e conteúdos sobre os principais acontecimentos do Direito no Brasil.
Fonte / Créditos
Fonte: CNN Brasil, "Agentes de compras com IA podem ameaçar os negócios de Amazon e Walmart", publicada em 04/11/2026.
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/inteligencia-artificial/agentes-de-compras-com-ia-podem-ameacar-os-negocios-de-amazon-e-walmart/
Comentários (0)
Deixe seu comentário