TRE-SP define locais para auditoria das urnas nas Eleições 2026
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GARANTIA DA DEMOCRACIA

TRE-SP define locais para auditoria das urnas eletrônicas nas Eleições 2026

Procedimentos de fiscalização ocorrem em 4 de outubro para assegurar a lisura do pleito; entidades externas podem acompanhar todas as etapas.

Por Redação LawLetter 30/08/2026 09:15
Pessoas acompanhando procedimento de auditoria de urna eletrônica com biometria.
Integrante de Missão de Observação Eleitoral acompanhou Teste de Integridade com biometria na Unip em 2024.

A Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) definiu os locais que receberão o Teste de Integridade das urnas eletrônicas durante as Eleições 2026. A decisão, que visa assegurar a transparência e a confiança da população no Poder Judiciário, determina que as verificações ocorram em 4 de outubro de 2026, data em que os cidadãos vão às urnas para o 1º turno.

O Centro Cultural São Paulo, localizado no bairro do Paraíso, sediará o Teste de Integridade padrão. Simultaneamente, a auditoria com uso de identificação biométrica será conduzida no saguão da Universidade Paulista (Unip), no campus da Liberdade. Ambas as atividades, fundamentais para a lisura do processo democrático, serão realizadas das 8h às 17h, acompanhando o período oficial de votação.

Ao todo, 30 urnas de diferentes municípios paulistas passarão pela verificação, enquanto outras 3 máquinas serão submetidas ao modelo com biometria. A definição dos equipamentos que serão auditados ocorrerá em 3 de outubro de 2026, a partir das 8h30, em uma cerimônia pública no plenário do TRE-SP, no bairro da Bela Vista. O evento contará com a supervisão de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Ministério Público e de partidos políticos.

Conforme a Resolução nº 23.673/2021 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Teste de Integridade funciona como um batimento: votos previamente depositados em cédulas de papel são digitados na urna eletrônica para conferir se o registro digital é idêntico ao físico. Este procedimento garante que o software da máquina contabilize exatamente a vontade do eleitor.

A segurança do sistema é reforçada ainda pelo Teste de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais, que valida se os programas instalados nas máquinas são os mesmos assinados e lacrados pelo TSE. A Comissão de Auditoria, presidida pelo desembargador Francisco Shintate, reforça que a participação da sociedade é fundamental para a Missão de Observação Eleitoral e para a integridade da Autenticidade dos Sistemas Eleitorais.

Redação LawLetter
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Equipe editorial responsável pela apuração, produção e publicação de notícias, análises e conteúdos sobre os principais acontecimentos do Direito no Brasil.

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