FENALAW 2026
Gabriela Pereira questiona advocacia de volume e defende foco na margem
Advogada aponta dependência de estrutura e do Judiciário entre suas críticas ao modelo e destaca preferência pela atuação extrajudicial.
A escolha do modelo de atuação de um escritório deve considerar a remuneração por cliente e a estrutura necessária para atender à demanda, na avaliação da advogada Gabriela Pereira. Em entrevista à Lawletter durante a FENALAW 2026, em São Paulo, ela criticou as perspectivas da advocacia de volume no médio e no longo prazo.
Para Gabriela, o modelo reúne fatores que pressionam a rentabilidade, como valores menores por contratação, dependência do andamento de processos judiciais e necessidade de uma estrutura ampla.
Preferência pela atuação extrajudicial
A advogada afirmou que prefere organizar seu trabalho em torno da atuação extrajudicial e de serviços com maior margem por cliente.
“Eu sempre levanto a bandeira da advocacia extrajudicial, da advocacia de margem”, declarou.
Ao explicar sua posição, utilizou uma comparação entre atender menos clientes com remuneração maior e manter uma carteira numerosa com valores menores por contratação. O exemplo expressa sua preferência de gestão, sem representar dados financeiros do escritório.
Uma avaliação sobre o modelo de negócio
Gabriela deixou claro que não se identifica com a estratégia de buscar grande quantidade de clientes para uma atuação massificada.
Sua crítica se dirige à relação entre volume, estrutura e remuneração. A entrevista não apresentou levantamento de rentabilidade que permita estender essa avaliação a todos os escritórios que trabalham com contencioso de massa.
Assista à entrevista com Gabriela Pereira na cobertura da Lawletter na FENALAW 2026.
Assista à entrevista com Gabriela Pereira no Instagram.
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