FENALAW 2026
Governança de dados deve orientar a estruturação do jurídico, defende Lilian Barajas
Executiva da ForeLegal propõe partir do diagnóstico da operação para organizar processos, pessoas e tecnologias e apoiar o crescimento de escritórios e departamentos jurídicos.
Entender como o cliente trabalha e quais dificuldades enfrenta é o ponto de partida para estruturar a operação jurídica, segundo Lilian Barajas, executiva da ForeLegal. Em entrevista à Lawletter durante a Fenalaw 2026, em São Paulo, ela defendeu a governança de dados como base para dar ao jurídico uma atuação mais estratégica.
Lilian descreveu uma metodologia que começa pelo diagnóstico das necessidades do cliente. A proposta é conhecer o funcionamento do negócio e, a partir dessa análise, incorporar recursos de inteligência à organização do trabalho.
Na avaliação da executiva, uma estrutura operacional bem estabelecida e a governança das informações criam condições para ampliar a operação. O crescimento, em sua abordagem, está associado à compreensão dos processos e à organização dos dados utilizados no dia a dia.
“Nosso papel aqui é olhar o seu negócio, olhar processos, pessoas, tecnologias”, afirmou.
Esse olhar conjunto orienta a proposta apresentada por Lilian para escritórios e departamentos jurídicos. Segundo ela, o objetivo é usar a governança de dados para colocar essas organizações em um patamar mais estratégico, considerando tanto a forma de trabalhar quanto as necessidades específicas de cada cliente.
A entrevista integra a cobertura da Lawletter na Fenalaw 2026. Assista à conversa com Lilian Barajas abaixo.
Assista à entrevista com Lilian Barajas no Instagram.
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