Quando a falta de contrato vira risco empresarial: lições do caso Growth

Caso Growth Suplementos mostra que contratos informais e transições mal estruturadas elevam riscos jurídicos, destacando a importância de formalização contratual e cláusulas de earnout.
Grupo Fictor pede recuperação judicial com passivo de R$ 4 bilhões após turbulência ligada ao Banco Master

A Fictor pediu recuperação judicial no TJSP para reorganizar cerca de R$ 4 bilhões em dívidas, após crise de liquidez ligada à tentativa frustrada de compra do Banco Master.
Resort Tayayá Porto Rico: Sócio denuncia rombo de R$ 100 milhões em meio a disputa societária

Um sócio do resort Tayayá Porto Rico denuncia supostas falhas na comprovação de despesas e divergências financeiras milionárias, enquanto a administração nega irregularidades e aponta disputa pelo controle da empresa.
Atendimento, posicionamento e mercado: por que escritórios são trocados?
O mercado jurídico funciona como um ecossistema em constante ajuste: quem não se adapta às novas exigências dos clientes perde espaço para quem cultiva presença, estratégia e relacionamento contínuo.
Fresh start e reabilitação do falido: por que o Direito Falimentar precisa reencontrar a dignidade humana
O “fresh start” defende o recomeço do empresário falido. No Brasil, mesmo após a Lei 14.112/2020, ainda há entraves à reabilitação. O artigo aponta obstáculos e propõe interpretação da lei à luz da dignidade humana e do capitalismo humanista.
Lei 14.112/2020: as cinco mudanças que todo empresário precisa conhecer
A Lei 14.112/20 é como uma reforma num prédio em crise: dá fôlego, crédito e tempo pra reerguer, e, se cair, abre caminho pra recomeçar mais rápido.
Toguro não aparece no contrato social da “Mansão Maromba”. Como ele pode ser sócio?

É como quem é dono do nome na fachada, mas não da fábrica: a marca manda, o contrato organiza e a sociedade pode vir depois.
Função social e insolvência empresarial: a singularidade do modelo brasileiro
A recuperação judicial é uma reforma no prédio em risco: credores decidem o projeto, e o juiz confere segurança e impacto social; pode evitar ruína, mas encarece o financiamento.
Justiça de SP autoriza penhora de bens em imóveis de João Appolinário em cobrança de R$ 24,9 milhões

Justiça de SP autorizou penhora de bens ligados a imóveis atribuídos ao fundador da Polishop para garantir cobrança de R$ 24,9 mi. Oficial de Justiça fará diligência; defesa pode recorrer.
Liquidação do Will Bank: quando a promessa de rentabilidade encontra a insegurança
Como um prédio interditado por risco estrutural: as portas fecham na hora, moradores viram credores; o FGC reembolsa até R$ 250 mil e o restante entra na fila longa da liquidação.